e os sonhos são feitos
da mesma coisa
que é feita
essa calcinha
sexta-feira, 31 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
a broken faucet
that you cannot shut-
curling around you
with repetitive drops
that echo
through your endless corridor;
the monotony of this world
will engulf you-
while silence enjoys the echo
that brings it flattery.
dry steel has withered the soul,
forged in the furnace of your heart;
melding
the set of doors shut,
through which you used to part.
the echo takes over - quietly
a long lab-lit room with endless exits;
where repetition
has burdened your life-
where options fade like joy,
as the drops puddle
into a sea of expectation;
you’re forced to swim-
coughing out thoughts as not to drown-
ignoring-
that beautiful key you worked so hard on,
as it jingles on your chain.
leaving seemed more controlable, in the mind;
find yourself reaching for the key
that opens the door to a room
whose personality
you should never have met.
slice through flesh and bone-
the prison in which you lie;
a gash in the open heart,
breaking-
beating- without red.
the hollow,
it oozes out,
and substance trickles into your unfeigned world-
prying your heart out
from their sweet and loving clasp;
if pain does teach - look for it, then-
i suppose
-Slenes ce é um genio
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Toda vez que eu venho no psiquiatra trago um livro que não quero ler. Hoje trouxe um do Oscar Wilde, eu parei na parte que o Dorian pede a menina em casamento. Estou seriamente odiando (espere, acabou de acontecer uma coisa doida: uma senhora saiu de uma sala, veio até mim, pôs a mão na minha perna e falou que achou minha trança uma graça, então a mulher do lado concordou, e eu fiquei sem reação, achei a coisa mais linda. De que médico será que essa senhora saiu? tomara que tenha sido de um psiquiatra. Toda vez que vou numa clínica fico pensando nisso, essa senhora me deu uma ideia: escrever sobre doentes mentais se conhecendo na sala de espera de uma clínica e eu quero usar trança todos os dias) o fato de que as coisas deram certo pros dois e o fato de que a menina está afogada em amor recíproco.
Comecei a vir nessa psiquiatra para parar de tomar o antidepressivo mas ela disse que é melhor "dar continuidade ao tratamento", e eu até concordo. Estou na fase mais brega da vida de uma pessoa onde você tem crises de pânico por causa de um processo seletivo e suas crises de humor e tristeza são explicadas por hormônios e falta de exercício físico.
Essas secretárias são os seres mais esquisitos
Comecei a vir nessa psiquiatra para parar de tomar o antidepressivo mas ela disse que é melhor "dar continuidade ao tratamento", e eu até concordo. Estou na fase mais brega da vida de uma pessoa onde você tem crises de pânico por causa de um processo seletivo e suas crises de humor e tristeza são explicadas por hormônios e falta de exercício físico.
Essas secretárias são os seres mais esquisitos
domingo, 19 de maio de 2013
"Dearest, I feel certain that I'm going mad again. I feel we can't go through another of those terrible times. And I shan't recover this time. I begin to hear voices, and I can't concentrate. So I am doing what seems to be the best thing to do. You have given me the greatest possible happiness. You have been in every way all that anyone could be. I don't think two people could have been happier until this terrible disease came. I can't fight it any longer. I know that I am spoiling your life, that without me you could work. And you will I know. You see I can't even write this properly. I can't read. What I want to say is I owe all the happiness in my life to you. You have been entirely patient with me and incredibly good. I want to say that everybody knows it. If anybody could have saved me it would have been you. Everything has gone from me but the certainty of your goodness. I can't go on spoiling you life any longer. I don't think two people could have been happier than we have been. V."
Woolf had had a mental breakdown years earlier, which she feared was about to recur. She committed suicide by drowning in the River Ouse, Sussex.
She left the suicide note on the mantelpiece of her home, for her husband.
Woolf had had a mental breakdown years earlier, which she feared was about to recur. She committed suicide by drowning in the River Ouse, Sussex.
She left the suicide note on the mantelpiece of her home, for her husband.
É perigoso injetar ar na veia de uma pessoa?
Depende da quantidade de ar e da velocidade com a qual ele é introduzido. Acima de 50 mililitros e injetado de uma só vez, se forma uma bolha na veia que caminha pelo sangue ate o coração. Os batimentos desse órgão não são suficientes para empurrar a bolha para a frente e ele realiza um movimento como se a estivesse mastigando. O sangue que chega ao coração não consegue passar a circulação pára acarretando a morte. Esse é um dos métodos usados para sacrificar animais após experiências em laboratório. Se os mesmos 50 mililitros forem injetados lentamente, formam-se centenas de pequenas bolhas que também viajam até o coração, mas prosseguem até o pulmão, danificando algumas arteríolas. Isso pode provocar tosse, falta de ar e dor no tórax, mas é só. “Por isso, os pacientes que tomam soro não precisam se preocupar com as bolhas de ar existentes nos tubos que o conduzem. Sua capacidade total é de 11 mililitros e, mesmo que eles estejam cheios de ar e o volume seja injetado com certa rapidez, não será suficiente para provocar algum problema”, tranqüiliza o cardiologista Miguel Nassif, da Universidade de São Paulo.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
meus oito anos
Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !
Como são belos os dias
Do despontar da existência !
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor !
Do despontar da existência !
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor !
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar !
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar !
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar !
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar !
Oh ! dias de minha infância !
Oh ! meu céu de primavera !
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã !
Em vez de mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã !
Oh ! meu céu de primavera !
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã !
Em vez de mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã !
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
De camisa aberta ao peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis !
Eu ia bem satisfeito,
De camisa aberta ao peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis !
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo,
E despertava a cantar !
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo,
E despertava a cantar !
Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !
Casimiro de Abreu
dialética, vinicius de moraes
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...
domingo, 12 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
“Nothing ever goes away until it has taught us what we need to know.” Pema Chodron
If there’s one thing that has led me the greatest amount of re-invention, it’s anxiety. By anxiety I don’t mean worry or concern. Anxiety is a different animal that grabs a hold of you and halts you in your tracks.
We tend to reject its milder forms and are really terrified by its intense moments, like with panic attacks. It’s difficult to see when we’re fighting with anxiety that it can have any benefit, but it does.
Anxiety comes with some great treasures hidden inside, and they can be yours if you know how to get to them. First, you have to stop fighting and listen to the anxiety for clues.
Assinar:
Comentários (Atom)




